«No regime neoliberal da autoexploração a agressão é dirigida contra si mesmo. Esta autoagressividade não converte o explorado em revolucionário, mas em depressivo.»

(Buyng-Chul Han [Seul, 1959] – filósofo e ensaísta sul-coreano, professor da Universidade das Artes de Berlim, Alemanha)

Quem sou eu

São Paulo, SP, Brazil
Sou presbítero da Igreja Católica Apostólica Romana. Fui ordenado padre no dia 22 de fevereiro de 1986, na Matriz de Fernandópolis, SP. Atuei como presbítero em Jales, paróquia Santo Antönio; em Fernandópolis, paróquia Santa Rita de Cássia; Guarani d`Oeste, paróquia Santo Antônio; Brasitânia, paróquia São Bom Jesus; São José do Rio Preto, paróquia Divino Espírito Santo; Cardoso, paróquia São Sebastião e Estrela d`Oeste, paróquia Nossa Senhora da Penha. Sou bacharel em Filosofia pelo Centro de Estudos da Arq. de Ribeirão Preto (SP); bacharel em Teologia pela Pontifícia Faculdade de Teologia N. S. da Assunção; Mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma (Itália); curso de extensão universitária em Educação Popular com Paulo Freire; estou reiniciando o meu Doutorado em Letras Hebraicas pela Universidade de São Paulo (USP). Estudei e sou fluente em língua italiana e francesa, leio com facilidade espanhol e inglês.

domingo, 29 de abril de 2012

Renda média das mulheres cresce 13,5% em uma década


LUCIANA NUNES LEAL E WILSON TOSTA

Crescimento delas é bem maior que a média do País, de 5,5%; Nordeste é a região onde aumento foi mais acentuado


O rendimento médio do trabalho das mulheres brasileiras cresceu 13,5% em 2010 na comparação com 2000 - muito além dos 4,1% dos homens e dos 5,5% de ambos os sexos somados, constatou o IBGE. O órgão verificou que, com as mudanças, a renda mensal média feminina, que equivalia a 67,7% da dos homens no início da série, passou a 73,8% no fim.


A pesquisa mostra que os maiores avanços da renda média mensal das trabalhadoras aconteceram no Nordeste (aumento foi de 30,3%). Quem menos avançou foi o rico Sudeste (6,5%). Os valores foram corrigidos pelo INPC, com base em setembro de 2010.


Para Marcelo Néri, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), não há surpresa nesses números. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), em suas edições de 2001 a 2009, já mostrava crescimento geral da renda de mulheres e dos mais pobres. "O padrão de crescimento do Brasil é diferente do de outros países emergentes, como China e Índia", afirmou. Enquanto nesses países a expansão é mais forte nas áreas mais modernas, no Brasil ela se concentra no Nordeste - mais pobre e atrasado. "Xangai cresce dois pontos acima do resto da China. Aqui, São Paulo cresce menos que o Brasil."


A educação é o segredo do maior avanço das mulheres em comparação com os homens. "Elas passaram os homens em escolaridade em 1996", disse Néri.


Desempenho. A advogada Jocely Monteiro Guedes Ribeiro, de 46 anos, viu sua renda crescer 500% em dez anos. No meio do caminho, seu ganho mensal ultrapassou o do marido, o microempresário Pedro Tadeu Guedes Ribeiro, de 44, e de toda a família, que vive em Ibiúna (SP).


Ela conta que o desempenho financeiro começou a melhorar depois que desfez a sociedade com um colega num escritório de advocacia da cidade, em 2000. Como era muito procurada para resolver questões imobiliárias, Jocely fez pós-graduação em direito civil e processo civil, além de cursos de direito imobiliário, obteve o registro de corretora de imóveis e passou a prestar assistência em vendas e locações.


A advogada acredita que ser mulher até ajudou sua carreira profissional. "Tenho a impressão de que passamos mais confiança aos clientes."


COLABOROU JOSÉ MARIA TOMAZELA.


Fonte: ESTADÃO.COM.BR - 28 de abril de 2012 - 03h07 - Internet: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,renda-media-das-mulheres-cresce-135-em-uma-decada-,866416,0.htm

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