«O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.»

(Aristóteles [384 a.C. – 322 a.C.] – filósofo grego, discípulo de Platão)

Quem sou eu

São Paulo, SP, Brazil
Sou presbítero da Igreja Católica Apostólica Romana. Fui ordenado padre no dia 22 de fevereiro de 1986, na Matriz de Fernandópolis, SP. Atuei como presbítero em Jales, paróquia Santo Antönio; em Fernandópolis, paróquia Santa Rita de Cássia; Guarani d`Oeste, paróquia Santo Antônio; Brasitânia, paróquia São Bom Jesus; São José do Rio Preto, paróquia Divino Espírito Santo; Cardoso, paróquia São Sebastião e Estrela d`Oeste, paróquia Nossa Senhora da Penha. Sou bacharel em Filosofia pelo Centro de Estudos da Arq. de Ribeirão Preto (SP); bacharel em Teologia pela Pontifícia Faculdade de Teologia N. S. da Assunção; Mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma (Itália); curso de extensão universitária em Educação Popular com Paulo Freire; estou reiniciando o meu Doutorado em Letras Hebraicas pela Universidade de São Paulo (USP). Estudei e sou fluente em língua italiana e francesa, leio com facilidade espanhol e inglês.

sábado, 30 de janeiro de 2016

C U R T I N H A S . . .

PLENÁRIO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS FEDERAIS
Brasília - Distrito Federal

Vejam só cada tipo de projeto de lei!!!

* MARCELO BELINATI (Deputado Federal pelo PP – Paraná):
Defende que policiais possam “plantar” flagrante e, assim, efetuar prisões antes mesmo
da ocorrência de crimes.
Observação: o deputado enviou-me o seguinte esclarecimento a respeito de seu Projeto de Lei aqui mencionado: «O Sr. entendeu errado o meu projeto. É justamente o contrário do que escreveu. Plantar flagrante é crime e vai continuar sendo crime. O PL [Projeto de Lei] que apresentei apenas possibilita à polícia preparar flagrante em certos casos, como pedofilia, por exemplo. Usar isca para pegar esse tipo de criminoso, igual a polícia americana faz. Tipo: um policial se passar por criança na internet para prender um pedófilo. Plantar flagrante é um crime. É quando a polícia coloca uma prova falsa para incriminar alguém, e isso vai continuar sendo crime.» Apenas esclareço que a notícia foi divulgada pela edição de número 357 da revista Super Interessante do mês de fevereiro de 2016, página 17. Portanto, a revista é responsável pela informação. 

* AUREO (Deputado Federal pelo Solidariedade – Rio de Janeiro):
     Quer que futuros motoristas não precisem frequentar aulas de legislação na formação de condutores.

* CARLOS MARUN (Deputado Federal pelo PMDB – Mato Grosso do Sul):
     Quer ver publicados os nomes dos vencedores de loterias com prêmios superiores a 2 mil salários mínimos.

* TAKAYAMA (Deputado Federal pelo PSC – Paraná):
     Quer criar o cargo de deputado federal ultramarino, ou seja, parlamentar que atue fora do Brasil, em países com mais de 100 mil brasileiros residentes.

* EDUARDO BOLSONARO (Deputado Federal pelo PSC – São Paulo):
     Defende que o Estado empreste armas de fogo a cidadãos cujas armas particulares foram apreendidas.

Bem-vindos ao Antropoceno

Nosso planeta de 4,5 bilhões de anos está numa nova era geológica: a dos homens. Os cientistas do Anthropocene Working Group [Grupo de Trabalho sobre o Antropoceno] defenderam, em artigo publicado na revista Science, que as mudanças que provocamos na Terra, com a agricultura moderna, o concreto e as barragens, além de outras intervenções, transformaram a paisagem do globo – o que seria suficiente para afirmar que estamos no Antropoceno desde meados do século 20. 
PRAÇA DE SÃO PEDRO E BASÍLICA DE SÃO PEDRO
Missa de canonização dos papas João Paulo II e João XXIII

Como alguém vira santo?

Para ser oficialmente santo [pela Igreja Católica], só comprovando ter feito dois milagres ou morrido em um ato de fé, além de, é claro, ter vivido uma vida de fé. A regra número um é estar morto. E a indicação para santo só pode ser feita cinco anos após a morte do candidato. A não ser que o papa agilize a canonização, como aconteceu com o papa João Paulo II. O processo dele começou apenas 26 dias depois de sua morte, em 2005. Antigamente, os santos eram canonizados pelo clamor popular. O papa apenas confirmava a santidade quando o candidato já tinha essa fama. Com o correr dos séculos, foram surgindo normas cada vez mais burocráticas e, a partir de 1983, começaram a valer as regras atuais. 
 VIA LÁCTEA

A Terra é da melhor idade

Só na Via Láctea existe material para que sejam criados mais de 5 bilhões de planetas habitáveis como a Terra. No Universo inteiro, o número sobre para um sextilhão. De todos esses, 90% ainda vão nascer, segundo uma pesquisa feita com o [telescópio espacial] Hubble e a sonda espacial Keppler, ambos da Nasa.

Segundo Peter Behroozi, um dos líderes do estudo, isso significa que nós vamos perder boa parte da festa cósmica: «Comparando com todos os planetas que se formarão no futuro, a Terra nasceu muito cedo, o que faz dela um planeta relativamente velho». De acordo com a pesquisa, até que todos esses planetas nasçam e formem as suas civilizações, nós já teremos virado pó espacial.

A descoberta pode reforçar a ideia de que talvez não estejamos assim tão acompanhados no Universo simplesmente porque somos uma das primeiras – e talvez das mais avançadas – civilizações que existem. Mas Behroozi também aponta outro lado: quando a Terra nasceu, 8% dos planetas habitáveis já existiam e, desde que estamos por aqui, outros 2% se formaram. Só na nossa galáxia, isso dá mais ou menos 100 bilhões de planetas.

«Ao mesmo tempo que é possível que todas as outras civilizações ainda estejam se formando, também pode ser que muitas outras tenham se formado antes de nós».

Se o estudo estiver correto, é praticamente impossível pensar que nós seremos os únicos – ou os mais inteligentes – a passear pelo Universo. «Ingenuamente, eu pensava que nós teríamos nascido pelo menos na metade, não tão cedo. É reconfortante saber que, mesmo que nós não sejamos a primeira civilização, seguramente não seremos a última», conclui.

Fonte: Super Interessante – Edição 357 – Fevereiro de 2016 – Pág. 17; Edição 356 – Janeiro de 2016 – Págs. 14, 17; Edição 355 – Dezembro de 2015 – Págs. 17, 20, 70. Edições impressas.

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