«No regime neoliberal da autoexploração a agressão é dirigida contra si mesmo. Esta autoagressividade não converte o explorado em revolucionário, mas em depressivo.»

(Buyng-Chul Han [Seul, 1959] – filósofo e ensaísta sul-coreano, professor da Universidade das Artes de Berlim, Alemanha)

Quem sou eu

São Paulo, SP, Brazil
Sou presbítero da Igreja Católica Apostólica Romana. Fui ordenado padre no dia 22 de fevereiro de 1986, na Matriz de Fernandópolis, SP. Atuei como presbítero em Jales, paróquia Santo Antönio; em Fernandópolis, paróquia Santa Rita de Cássia; Guarani d`Oeste, paróquia Santo Antônio; Brasitânia, paróquia São Bom Jesus; São José do Rio Preto, paróquia Divino Espírito Santo; Cardoso, paróquia São Sebastião e Estrela d`Oeste, paróquia Nossa Senhora da Penha. Sou bacharel em Filosofia pelo Centro de Estudos da Arq. de Ribeirão Preto (SP); bacharel em Teologia pela Pontifícia Faculdade de Teologia N. S. da Assunção; Mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma (Itália); curso de extensão universitária em Educação Popular com Paulo Freire; estou reiniciando o meu Doutorado em Letras Hebraicas pela Universidade de São Paulo (USP). Estudei e sou fluente em língua italiana e francesa, leio com facilidade espanhol e inglês.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Notícias quentinhas e apimentadas ! ! !

Aos poucos, tudo vai aparecendo e ficando claro!

Fabiano Silveira mesmo apeado do Ministério da Transparência, pode continuar levando dor de cabeça a Michel Temer. O Conselho Nacional de Justiça abre, nesta terça-feira, investigação prévia para apurar se ele usou o cargo de conselheiro do órgão para favorecer interesses privados. A corregedora Nancy Andrighi viu indício de crime nas conversas em que ele orienta Renan Calheiros sobre a Lava Jato. Ao fim dessa fase, ela deve pedir ao plenário que abra um processo contra Silveira. Conselheiro do órgão de 2013 a 2016 por indicação do Senado, Silveira é submetido às mesmas punições dos magistrados no exercício das funções. [1]

Eduardo Cunha. Seis meses depois de ter questionado o Ministério da Agricultura sobre exportações de carne enlatada a países da África na década de 1980, o PSOL recebeu resposta de que não constam atividades nem no nome nem no CPF de Eduardo Cunha. Cunha, que justifica os recursos que tem no exterior com a exportação do produto, diz que a atividade nunca foi feita por sua pessoa física, mas em nome de empresas. Ele não quis, porém, fornecer a relação de clientes. [2]


Quem é o “Italiano”? Petistas e executivos que trabalhavam com a Petrobras se dividem na interpretação do apelido “Italiano”, um das dezenas de codinomes que aparecem nas planilhas de doação da empreiteira Odebrecht. Um grupo acredita que se trata de Antonio Palocci, ex-ministro de Lula e Dilma. Outros dizem que o apelido se refere a Guido Mantega, chefe da equipe econômica de ambos. [3]

Narcio Rodrigues (PSDB-MG), ex-secretário de Ciência e Tecnologia do governo Antonio Anastasia e ex-presidente do PSDB de Minas Gerais foi preso nesta segunda (30 de maio) na operação Aequalis, deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais. Rodrigues é visto como homem forte de Anastasia e também do senador Aécio Neves (PSDB-MG), chegando a despontar como um de seus principais interlocutores quando foi deputado federal e Aécio, governador de Minas. A operação investiga o envolvimento de agentes públicos de Minas Gerais e empresários brasileiros e portugueses em esquema de desvio de recursos públicos envolvendo a construção e projetos da "Cidade das Águas", desenvolvida pela Fundação Hidroex. Segundo auditoria da Controladoria-Geral do Estado os valores desviados entre 2012 e 2014 superam R$ 14 milhões. A Cidade das Águas fica localizada em Frutal [MG], município de Nárcio Rodrigues e sua base eleitoral. [4]

Ao analisar os dados do sigilo bancário de Luís Cláudio Lula da Silva, o caçula do ex-presidente Lula, a Operação Zelotes descobriu que ele e sua empresa, a LFT Marketing Esportivo, receberam quase R$ 10 milhões. Até agora, se sabia que Luís Cláudio embolsara R$ 2,5 mi da Marcondes & Mautoni, acusada de comprar medidas provisórias. Na verdade, foram perto de R$ 4 mi. O resto veio de “outras fontes suspeitas”. Os investigadores querem saber qual trabalho foi prestado para resultar no recebimento dos demais valores. A quebra dos sigilos de Luís Cláudio e da empresa dele abrange o período de 2009 a 2015. A LFT foi constituída em 2011. Uma das linhas da investigação é saber se Lula indicou empresas para contratar a firma do filho. O petista também é alvo da Zelotes. A empresa de Luís Cláudio não tem funcionários registrados, apesar dos valores milionários que recebeu, nem ele expertise em consultoria. O trabalho para a Mautoni foi copiado da internet. [5]

«Lula tinha pleno conhecimento de que o mensalão não era “caixa dois” de eleição, mas sim propina arrecada junto aos órgãos governamentais para que os políticos mantivessem as suas bases eleitorais e continuassem a integrar a base aliada do governo, votando as matérias de interesse do Executivo no Congresso Nacional.» A delação premiada do ex-deputado federal Pedro Corrêa (PP-PE) confirma a tese sustentada pela força-tarefa da Operação Lava Jato de que os escândalos da Petrobrás e do mensalão tiveram como origem uma sistemática única de corrupção para compra de apoio político para manutenção do poder com a participação direta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. [6]

Renan Calheiros [PMDB-AL] fez campanhas com dinheiro arrecadado por PC Farias, diz Pedro Corrêa. Delator afirma que Fernando Collor de Mello (PTC-AL) e ex-tesoureiro comandavam a «República de Alagoas», que tinha presidente do Senado [Renan Calheiros] como integrante; assassinado em 1996, o misterioso Paulo César Farias seria «arrecadador de propinas dos negócios realizados pelo grupo». O presidente do Senado é investigado por suposto envolvimento na corrupção sistematizada na Petrobrás e outras estatais, nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. [7]

F O N T E S

[ 1 ] Folha de S. Paulo – Painel – Natuza Nery, Paulo Gama e Renata Agostini – Terça-feira, 31 de maio de 2016 – Pág. A4 – Internet: clique aqui.
[ 2 ] Folha de S. Paulo – Painel – Natuza Nery, Paulo Gama e Renata Agostini – Terça-feira, 31 de maio de 2016 – Pág. A4 – Internet: clique aqui.
[ 3 ] Folha de S. Paulo – Painel – Natuza Nery, Paulo Gama e Renata Agostini – Terça-feira, 31 de maio de 2016 – Pág. A4 – Internet: clique aqui.
[ 4 ] Folha de S. Paulo – Poder – Bela Megale, Flávio Ferreira e José Marques – 30/05/2016 – Atualizado em 31/05/2016 às 09h24 – Internet: clique aqui.
[ 5 ] O Estado de S. Paulo – Política / Coluna do Estadão – Andreza Matais e Marcelo de Moraes – Terça-feira, 31 de maio de 2016 – Pág. A4 – Internet: clique aqui.
[ 6 ] ESTADÃO.COM.BR – Julia Affonso, Ricardo Brandt e Fausto Macedo – 30/05/2016 – 14h00 – Internet: clique aqui.
[ 7 ] ESTADÃO.COM.BR – Ricardo Brandt e Fausto Macedo – 31/05/2016 – 05h00 – Internet: clique aqui

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