«No regime neoliberal da autoexploração a agressão é dirigida contra si mesmo. Esta autoagressividade não converte o explorado em revolucionário, mas em depressivo.»

(Buyng-Chul Han [Seul, 1959] – filósofo e ensaísta sul-coreano, professor da Universidade das Artes de Berlim, Alemanha)

Quem sou eu

São Paulo, SP, Brazil
Sou presbítero da Igreja Católica Apostólica Romana. Fui ordenado padre no dia 22 de fevereiro de 1986, na Matriz de Fernandópolis, SP. Atuei como presbítero em Jales, paróquia Santo Antönio; em Fernandópolis, paróquia Santa Rita de Cássia; Guarani d`Oeste, paróquia Santo Antônio; Brasitânia, paróquia São Bom Jesus; São José do Rio Preto, paróquia Divino Espírito Santo; Cardoso, paróquia São Sebastião e Estrela d`Oeste, paróquia Nossa Senhora da Penha. Sou bacharel em Filosofia pelo Centro de Estudos da Arq. de Ribeirão Preto (SP); bacharel em Teologia pela Pontifícia Faculdade de Teologia N. S. da Assunção; Mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma (Itália); curso de extensão universitária em Educação Popular com Paulo Freire; estou reiniciando o meu Doutorado em Letras Hebraicas pela Universidade de São Paulo (USP). Estudei e sou fluente em língua italiana e francesa, leio com facilidade espanhol e inglês.

terça-feira, 17 de maio de 2016

O caos na saúde é desesperador!

Brasil perdeu quase 24 mil leitos de internação
do SUS em cinco anos

Roberto Paiva

Número é o equivalente a perda de 13 leitos por dia.
Levantamento foi divulgado pelo Conselho Federal de Medicina.
EMERGÊNCIA DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS EM SÃO PAULO
Superlotação é um fato cotidiano para desespero dos doentes e suas famílias!

O Brasil perdeu quase 24 mil leitos de internação do SUS [Sistema Único de Saúde] em cinco anos. É o equivalente a 13 leitos por dia. Essa falta de leito atinge, principalmente, a pediatria, a cirurgia geral, a psiquiatria e a obstetrícia. O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (17 de maio) pelo Conselho Federal de Medicina.

Um mapeamento do Conselho Federal de Medicina mostrou que, em cinco anos, 18 estados e o Distrito Federal, perderam quase 24 mil leitos de internação do Sistema Único de Saúde. Em dezembro de 2010, eram 335 mil leitos de internação. Em dezembro do ano passado, o número caiu para quase 312 mil.

Os estados das regiões Sudeste e Nordeste foram os que mais sofreram redução [ou seja, os estados mais populosos e pobres!!!]. Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Paraná são os estados que mais perderam.

Para o Conselho Federal de Medicina, a falta de leitos provoca um atraso no diagnóstico do paciente, no início do tratamento. Além disso, muitos pacientes ficam em macas nas emergências dos hospitais esperando por um leito adequado.

O presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital, diz que esses são fatores que aumentam a taxa de mortalidade. "Mortes evitáveis e perdas de uma chance. Essas são as consequências, ou seja, a população que depende do SUS, perde oportunidades de manutenção da vida através da ausência, da carência de leitos para internação".

Assista ao vídeo com a notícia, clicando sobre a imagem abaixo:

video

Nesta terça-feira (17 de maio), o ministro da Saúde, Ricardo Barros falou sobre a falta de leitos de internação no SUS. “Existem de fato Upas fechadas, existem postos de saúde fechados. Melhorar a qualidade da gestão é fundamental. É isso que vai poder promover a reativação desses leitos que eventualmente estão paralisados”.

Veja outros dados do Conselho Federal de Medicina: 

Fonte: Jornal Hoje – Edição do dia 17 de maio de 2016 – 13h20  Atualizado às 14h59 – Internet: clique aqui

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