«A corrupção, como um câncer, está corroendo a vida cotidiana dos povos.»

(Papa Francisco – Mensagem enviada aos bispos da América Latina e Caribe em Assembleia de 9 a 12 de maio de 2017)

Quem sou eu

São Paulo, SP, Brazil
Sou presbítero da Igreja Católica Apostólica Romana. Fui ordenado padre no dia 22 de fevereiro de 1986, na Matriz de Fernandópolis, SP. Atuei como presbítero em Jales, paróquia Santo Antönio; em Fernandópolis, paróquia Santa Rita de Cássia; Guarani d`Oeste, paróquia Santo Antônio; Brasitânia, paróquia São Bom Jesus; São José do Rio Preto, paróquia Divino Espírito Santo; Cardoso, paróquia São Sebastião e Estrela d`Oeste, paróquia Nossa Senhora da Penha. Sou bacharel em Filosofia pelo Centro de Estudos da Arq. de Ribeirão Preto (SP); bacharel em Teologia pela Pontifícia Faculdade de Teologia N. S. da Assunção; Mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma (Itália); curso de extensão universitária em Educação Popular com Paulo Freire; estou reiniciando o meu Doutorado em Letras Hebraicas pela Universidade de São Paulo (USP). Estudei e sou fluente em língua italiana e francesa, leio com facilidade espanhol e inglês.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Estas notícias estão pegando fogo ! ! !

Saiba que...


Pedaladas no BNDES cobriram rombo na Petrobrás. O BNDES encaminhou para a Comissão de Impeachment do Senado dados considerados reveladores pelo grupo que defende a cassação de Dilma Rousseff. O banco entregou a lista dos 20 maiores beneficiários do programa PSI, o “bolsa-empresário”, turbinado à custa das “pedaladas fiscais”. Dela constam grandes empresas que receberam, em 2014 e 2015, R$ 8,54 bilhões em empréstimos. Entre os beneficiários está a Petrobrás, o que demonstra que o governo fez um rombo no banco público para ajudar cobrir outro na estatal assaltada pelo petrolão. A lista do BNDES enfraquece a defesa do governo de que pedalou para ajudar pequenos e médios empresários. Uma única firma pegou R$ 1,2 bi do programa com juros subsidiados. Para a Petrobrás foram R$ 400 milhões. Sendo metade em 2014 e metade 2015. [1]

O “apetite” do ministro da Igreja Universal. Ministro da Indústria e Comércio, Marcos Pereira [“bispo” licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus] não está de olho-grande apenas em órgãos que fazem parte do Ministério das Relações Exteriores. Pereira quer levar também a Secretaria de Micro e Pequenas Empresas. O órgão está hoje sob o guarda-chuva de Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo. [2]
Da esquerda para a direita, temos:
José Dirceu, André Vargas e João Vaccari Neto

Petistas presos querem que partido assuma culpa. Os três petistas presos pela Operação Lava Jato, João Vaccari Neto, José Dirceu e André Vargas, querem que a legenda assuma institucionalmente a responsabilidade pelos desvios na Petrobrás. A ideia ganhou força na quinta-feira passada [23 de junho], quando a sede da legenda em São Paulo foi alvo de ação de busca e apreensão da Polícia Federal. Nos últimos dias, dirigentes passaram a defender internamente que o partido avalie a proposta na próxima reunião do diretório nacional do PT, marcada para 19 e 20 de julho. Em conversas com parlamentares petistas que foram visitá-lo na carceragem da PF em Curitiba, Vaccari encaminhou a questão ao partido. O ex-tesoureiro da sigla argumenta que o alvo final da Lava Jato e operações derivadas não é sua pessoa física, é o PT enquanto instituição. O fato de a sede da legenda ter sido ocupada pela PF na quinta-feira reforça o argumento dos defensores da tese. [3]
Eduardo Cunha e Michel Temer:
será que conversaram, apenas, sobre a sucessão da Câmara???

Cunha se reúne com Temer. Com a intenção de discutir a sucessão da Câmara dos Deputados, o presidente afastado, Eduardo Cunha, visitou na noite do domingo (26 de junho) o presidente interino, Michel Temer, no Palácio do Jaburu. O encontro foi o terceiro de ambos desde que o peemedebista assumiu interinamente o Palácio do Planalto, em maio. Antes de aparecer na residência oficial, Cunha telefonou a Temer e pediu um encontro reservado, que foi aceito pelo presidente interino. Preocupado com a possibilidade de cassação de seu mandato, Cunha tem atuado para emplacar um aliado na presidência da Câmara dos Deputados, de preferência do chamado “centrão”. Em público, Temer tem evitado tratar do assunto, mas nos bastidores tem defendido uma solução rápida para o impasse, evitando que se crie um racha na base aliada. O receio do Palácio do Planalto é que um processo de sucessão turbulento paralise o ritmo de votações na Câmara dos Deputados e impeça a aprovação de medidas de interesse do governo federal para o segundo semestre, como a proposta do teto de gastos e de reforma previdenciária. [4]

Mais uma na conta de Renan Calheiros. A Procuradoria-Geral da República investiga se o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), recebeu propina no exterior por meio do lobista Jorge Luz. O dinheiro seria referente a um negócio da Petrobras na Argentina. É a primeira frente de investigação da Operação Lava Jato que relaciona Renan a um possível recebimento de vantagem indevida também fora do país. Até então, os relatos contra o peemedebista eram de que ele foi beneficiado de desvios na Petrobras por meio de doações legais ou de dinheiro em espécie. Também são investigados, no mesmo caso, o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e o deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE). No inquérito sigiloso, ao qual a Folha de S. Paulo teve acesso, a Procuradoria escreve: “O repasse de vantagem pecuniária indevida a Renan Calheiros, Jader Barbalho e Aníbal Gomes, por meio de valores em espécie no Brasil ou transferências para contas bancárias no exterior, pode configurar os crimes de corrupção passiva qualificado e de lavagem”. [5]

Conselho de Ética da Câmara está paralisado. Dos 13 parlamentares com mandato já denunciados pela Lava Jato, apenas um — Eduardo Cunha, réu em duas ações — foi alvo de representação dos pares no Conselho de Ética. Mesmo Nelson Meurer (PP-PR), o segundo réu da operação, passou batido pela Câmara. Em 2015 e 2016, os parlamentares já acionaram o conselho até por ofensas em plenário, mas silenciaram sobre as acusações da Procuradoria-Geral da República. “O conselho está morto”, sentencia um procurador. [6]

Chegou a vez dos advogados dos criminosos. A Operação Custo Brasil trouxe mau presságio a escritórios de advocacia. Há um sentimento geral de que as bancas podem se tornar novo alvo da Lava Jato. [7]

Como é bom ajudar os pobres! Num único evento do Bolsa Família realizado simultaneamente em vários municípios, foram torrados 900.000 reais com link. Ao todo, com o dinheiro gasto para levar Dilma Rousseff ao lar dos poucos brasileiros que sintonizam a NBR (a TV do governo) seria possível pagar 85.227 benefícios do próprio Bolsa Família. [8]

Ponta do iceberg. O esquema de desvio de recursos em contratos de crédito consignado a servidores, que levou à prisão do ex-ministro Paulo Bernardo, pode ser muito maior. Diversas prefeituras e governos estaduais usam serviços de empresas semelhantes à CONSIST, pivô da fraude no Ministério do Planejamento. Como são remuneradas pelos bancos para gerenciar os empréstimos vinculados aos salários, não é preciso licitação. Quem conhece o setor diz que a relação de prefeitos e governadores com essas empresas não é nada republicana. Vem aí novo foco de investigação. [9]

F O N T E S

[ 1 ] O Estado de S. Paulo – Política / Coluna do Estadão – Andreza Matais & Marcelo de Moraes – Sábado, 25 de junho de 2016 – Pág. A4 – Internet: clique aqui.
[ 2 ] O Estado de S. Paulo – Política / Coluna do Estadão – Andreza Matais & Marcelo de Moraes – Domingo, 26 de junho de 2016 – Pág. A4 – Internet: clique aqui.
[ 3 ] O Estado de S. Paulo – Política – Ricardo Galhardo – Domingo, 26 de junho de 2016 – Pág. A4 – Internet: clique aqui.
[ 4 ] Folha de S. Paulo – Poder – Gustavo Uribe e Valdo Cruz – Segunda-feira, 27 de junho de 2016 – 19h05 – Internet: clique aqui.
[ 5 ] Folha de S. Paulo – Poder – Aguirre Talento e Márcio Falcão – Segunda-feira, 27 de junho de 2016 – 02h00 – Internet: clique aqui.
[ 6 ] Folha de S. Paulo – Poder / Painel – Natuza Nery, Paulo Gama e Renata Agostini – Domingo, 26 de junho de 2016 – Pág. A4 – Internet: clique aqui.
[ 7 ] – Idem à anterior.
[ 8 ] Revista VEJA – Edição 2484 – Ano 49 – nº 26 – 29 de junho de 2016 – Radar – Vera Magalhães – Pág. 42 – Edição impressa.
[ 9 ] – Idem à anterior.

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