«A corrupção, como um câncer, está corroendo a vida cotidiana dos povos.»

(Papa Francisco – Mensagem enviada aos bispos da América Latina e Caribe em Assembleia de 9 a 12 de maio de 2017)

Quem sou eu

São Paulo, SP, Brazil
Sou presbítero da Igreja Católica Apostólica Romana. Fui ordenado padre no dia 22 de fevereiro de 1986, na Matriz de Fernandópolis, SP. Atuei como presbítero em Jales, paróquia Santo Antönio; em Fernandópolis, paróquia Santa Rita de Cássia; Guarani d`Oeste, paróquia Santo Antônio; Brasitânia, paróquia São Bom Jesus; São José do Rio Preto, paróquia Divino Espírito Santo; Cardoso, paróquia São Sebastião e Estrela d`Oeste, paróquia Nossa Senhora da Penha. Sou bacharel em Filosofia pelo Centro de Estudos da Arq. de Ribeirão Preto (SP); bacharel em Teologia pela Pontifícia Faculdade de Teologia N. S. da Assunção; Mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma (Itália); curso de extensão universitária em Educação Popular com Paulo Freire; estou reiniciando o meu Doutorado em Letras Hebraicas pela Universidade de São Paulo (USP). Estudei e sou fluente em língua italiana e francesa, leio com facilidade espanhol e inglês.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Saúde chegando às escolas ! ! !

Coca, Ambev e Pepsi deixam de vender
refrigerante a escolas

Felipe Cordeiro e Fabiana Cambricoli

Empresas passam a oferecer apenas água mineral, suco, água de coco
e bebidas lácteas a colégios com alunos de até 12 anos

A Coca-Cola, a Ambev e a PepsiCo anunciaram nesta quarta-feira, 22 de junho, que, a partir de agosto, as empresas deixarão de vender refrigerantes a cantinas de escolas com crianças de até 12 anos e oferecerão apenas água mineral, suco, água de coco e bebidas lácteas que atendam a critérios nutricionais específicos.

As companhias afirmaram, em comunicado, que a estratégia faz parte de uma “mudança no portfólio de bebidas para escolas em todo o País”. Segundo as três empresas, a venda de produtos nos colégios terá foco em hidratação e nutrição, a fim de contribuir para uma alimentação mais equilibrada.

“A obesidade é um problema complexo, causado por muitos fatores, e as empresas de bebidas reconhecem seu papel de ser parte da solução”, declararam a Ambev, a Coca e Pepsi. “No momento do recreio, os alunos têm acesso às cantinas escolares sem a orientação e a companhia de pais e responsáveis. E crianças com menos de 12 anos ainda não têm maturidade suficiente para tomar decisões de consumo.”

As empresas disseram que a mudança tomou por base conversas com especialistas em saúde pública, alimentação e nutrição, “além de profissionais e instituições ligadas aos direitos das crianças”.

O comunicado informa ainda que a política valerá para as cantinas que compram diretamente das fabricantes e de seus distribuidores. “Em relação às demais, aquelas que se abastecem em outros pontos de venda (supermercados, redes de atacados e adegas, por exemplo), haverá uma ação de sensibilização desses comerciantes por meio da qual todos serão convidados a se unir à iniciativa.”

As três companhias declararam que estão em contato com a Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (Abir) para que essas diretrizes de venda de bebidas a escolas sejam um compromisso de todo o setor.
SUCOS INDUSTRIALIZADOS EM CAIXINHAS OU LATINHAS TAMBÉM NÃO SÃO SAUDÁVEIS ! ! !

RISCOS

Para Maria Flávia Sgavioli, nutricionista funcional da Estima Nutrição, além de colaborar no desenvolvimento de quadros de sobrepeso ou obesidade por causa do excesso de açúcar, o refrigerante traz outros riscos à saúde das crianças. “É uma bebida com muita acidez. E quando consumimos produtos muito ácidos, o organismo, para neutralizar, usa alguns nutrientes do corpo, como o cálcio, e isso prejudica o sistema ósseo, que perde esses nutrientes, ainda mais na fase de desenvolvimento, como a infância”, diz.

A especialista ressalta que a medida anunciada pelos fabricantes de refrigerante de suspender a comercialização do produto em cantinas de escolas é positiva. “A criança não sabe o que é saudável. Não sabe o que o consumo de determinado produto pode causar a ela no futuro, então já tirar essa possibilidade de ela comprar é um grande passo”, afirma.

Maria Flávia ressalta, no entanto, que o refrigerante não é o único vilão da alimentação infantil. “Os sucos industrializados de caixinha ou de latinha têm quantidade de açúcar igual ou até maior que os refrigerantes e também têm acidez”, afirma ela.

Para a nutricionista, o ideal é que os pais procurem dar aos filhos bebidas como água mineral, água de coco, sucos naturais ou chás.

Fonte: O Estado de S. Paulo – Saúde – Quinta-feira, 23 de junho de 2016 – Pág. A21 – Internet: clique aqui.

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