«No regime neoliberal da autoexploração a agressão é dirigida contra si mesmo. Esta autoagressividade não converte o explorado em revolucionário, mas em depressivo.»

(Buyng-Chul Han [Seul, 1959] – filósofo e ensaísta sul-coreano, professor da Universidade das Artes de Berlim, Alemanha)

Quem sou eu

São Paulo, SP, Brazil
Sou presbítero da Igreja Católica Apostólica Romana. Fui ordenado padre no dia 22 de fevereiro de 1986, na Matriz de Fernandópolis, SP. Atuei como presbítero em Jales, paróquia Santo Antönio; em Fernandópolis, paróquia Santa Rita de Cássia; Guarani d`Oeste, paróquia Santo Antônio; Brasitânia, paróquia São Bom Jesus; São José do Rio Preto, paróquia Divino Espírito Santo; Cardoso, paróquia São Sebastião e Estrela d`Oeste, paróquia Nossa Senhora da Penha. Sou bacharel em Filosofia pelo Centro de Estudos da Arq. de Ribeirão Preto (SP); bacharel em Teologia pela Pontifícia Faculdade de Teologia N. S. da Assunção; Mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma (Itália); curso de extensão universitária em Educação Popular com Paulo Freire; estou reiniciando o meu Doutorado em Letras Hebraicas pela Universidade de São Paulo (USP). Estudei e sou fluente em língua italiana e francesa, leio com facilidade espanhol e inglês.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Ser humano é mais velho que se pensava

Fósseis de “Homo sapiens” de mais de 300 mil
anos ampliam nossa história

Do UOL – São Paulo

Fósseis descobertos no Marrocos antecipam história
humana em pelo menos 100 mil anos 
Reprodução do que poderia ser o Homo sapiens de Jebel Irhoud, no Marrocos

Artigos publicados na Nature nesta semana revelam que os hominídeos da espécie Homo sapiens são muito mais antigos do que se imaginava. Os fósseis, descobertos no Marrocos, mostram a existência de indivíduos da espécie entre 300 mil anos. 

As novas revelações, além disso, sugerem que os processos evolutivos relacionados ao surgimento dos humanos modernos podem não ter sido confinados à África subsaariana, como se acreditava até então. As descobertas foram apontadas em dois artigos, assinados por pesquisadores do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, de Leipzig, na Alemanha.

Neles, é descrita a descoberta de fósseis de Homo sapiens em Jebel Irhoud, em Marrocos, datados de 300 mil a 350 mil anos. Antes, o fóssil mais antigo já descoberto era datado de 195 mil anos, sendo proveniente da África Oriental.
Reconstrução baseada em imagens de microtomografia
 computadorizada mostra como seria o Homo sapiens
 descoberto em Jebel Irhoud, no Marrocos

Neste sítio arqueológico, foram encontrados, nos anos 1960, juntamente com ossos de animais e ferramentas de pedra, fósseis classificados à época como sendo de homens de Neandertal. Estudos subsequentes, no entanto, lançaram dúvidas sobre esta classificação.

Em novas escavações feitas no local, foram encontrados outros fósseis humanos. As análises morfológicas dessas peças sugeriram que estes hominídeos representavam a fase evolutiva inicial dos Homo sapiens.

Já os artefatos encontrados com os fósseis foram identificados como sendo típicas das culturas da Idade da Pedra da África Central. Utilizando o método de datação por termoluminescência nestes objetos, os pesquisadores mostraram que o sítio arqueológico marroquino tem de 300 mil e 350 mil anos.
Reconstrução virtual de mandíbula de fóssil de Homo sapiens encontrado no Marrocos

Para os autores do estudo, a descoberta recente poderia "iluminar" a linha evolutiva dos Homo sapiens da mesma maneira que a descoberta de fósseis de homens de Neandertal em Sima de los Huesos de Atapuerca, na Espanha, forneceram informações preciosas sobre o desenvolvimento desta espécie de hominídeo.

Fonte: UOL Notícias – Ciência e Saúde – Quarta-feira, 7 de junho de 2017 – 14h00 (Horário de Brasília – DF) – Internet: clique aqui.

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