«Somente a turba e a elite podem ser atraídas pelo ímpeto do totalitarismo. As massas precisam ser ganhas por propaganda.»

(Hannah Arendt [1906-1975] – filósofa alemã de origem judaica, uma das mais influentes do séc. XX)

Quem sou eu

Jales, SP, Brazil
Sou presbítero da Igreja Católica Apostólica Romana. Fui ordenado padre no dia 22 de fevereiro de 1986, na Matriz de Fernandópolis, SP. Atuei como presbítero em Jales, paróquia Santo Antönio; em Fernandópolis, paróquia Santa Rita de Cássia; Guarani d`Oeste, paróquia Santo Antônio; Brasitânia, paróquia São Bom Jesus; São José do Rio Preto, paróquia Divino Espírito Santo; Cardoso, paróquia São Sebastião e Estrela d`Oeste, paróquia Nossa Senhora da Penha. Sou bacharel em Filosofia pelo Centro de Estudos da Arq. de Ribeirão Preto (SP); bacharel em Teologia pela Pontifícia Faculdade de Teologia N. S. da Assunção; Mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma (Itália); curso de extensão universitária em Educação Popular com Paulo Freire; tenho Doutorado em Letras Hebraicas pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, realizo meu Pós-doutorado na PUC de São Paulo. Estudei e sou fluente em língua italiana e francesa, leio com facilidade espanhol e inglês.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Gesto coerente de Papa Francisco

Papa reconhece falha de avaliação sobre pedofilia
no Chile e convoca bispos

Agências

Em carta, Francisco pede perdão aos chilenos e promete
se encontrar com vítimas
Cartaz da Visita de Papa Francisco ao Chile realizada de 15 a 18 de janeiro de 2018

O papa Francisco reconheceu nesta quarta-feira (11 de abril) que cometeu "graves erros de avaliação" sobre as acusações de pedofilia supostamente cometidas por padres no Chile e convocou os bispos do país para uma reunião em Roma sobre a situação.

Na carta aos bispos, apresentada pela Conferência Episcopal de Bispos do Chile, Francisco pediu perdão aos chilenos e prometeu se encontrar com as vítimas.

“Reconheço, e quero que isso seja transmitido fielmente, que incorri em graves erros de avaliação e de percepção da situação, especialmente por falta de informação veraz e equilibrada”, afirmou o papa na carta dirigida a 32 bispos.

“Peço perdão a todos a quem ofendi e espero poder fazê-lo pessoalmente, nas próximas semanas, nas reuniões que terei com representantes das pessoas entrevistadas”, acrescentou.

Durante sua visita ao Chile, em meados de janeiro, o papa havia defendido o bispo de Osorno, acusado de acobertar abusos sexuais de padres contra menores.

"Não há uma única prova contra, tudo é calúnia, está claro?", afirmou o papa. "O dia que me trouxerem uma prova vou falar", disse à Radio Bío Bío na ocasião.
DOM CHARLES SCICLUNA
Arcebispo enviado por Papa Francisco para investigar as denúncias de abusos contra menores no Chile

O pontífice foi duramente criticado no país por não afastado o bispo, acusado de ter feito vista grossa aos crimes de pedofilia cometidos pelo padre Fernando Karadima, condenado em 2011 por abusar sexualmente de adolescentes.

Já de volta à Santa Sé, o papa pediu desculpas às vítimas chilenas. No fim de janeiro, ele decidiu enviar o principal investigador de abusos sexuais da Igreja Católica, o arcebispo maltês Charles Scicluna, para o Chile para apurar as denúncias.

Na carta, Francisco disse que quer discutir as descobertas de Scicluna com os bispos e pediu que eles colaborem para restabelecer a serenidade na Igreja chilena, "reparar o escândalo o quanto possível e restabelecer a justiça".

Fonte: Folha de S. Paulo – Mundo – Quarta-feira, 11 de abril de 2018 – 16h17 (Horário de Brasília – DF) –Internet: clique aqui.

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